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Sindicalistas
levam apoio mundial à revolução bolivariana na Venezuela
Mais de 4
mil líderes sindicais lotaram, no dia 17 de abril último, o Complexo Cultural
Teresa Carreño, em Caracas, no evento que aconteceu simultaneamente com o II
Encontro Mundial de Solidariedade à República Bolivariana
“A América
Latina vive hoje um momento novo. Com o sucesso e o avanço da Revolução
Bolivariana na Venezuela, começamos um novo período da luta pela soberania, a
independência e a democracia. A unidade que se está construindo entre Chávez,
Lula e Kirchner, é o que marca esse grande momento”, afirmou Maria Pimentel,
secretária de Relações Internacionais da CGTB, em seu discurso em nome das
delegações estrangeiras, durante a comemoração do primeiro ano de criação
da União Nacional de Trabalhadores da Venezuela (UNT).
Mais de 4000
líderes sindicais que vieram do país inteiro lotaram, no dia 17 de abril último,
a Sala Rios Reina do Complexo Cultural Teresa Carreño, em Caracas, no evento
que aconteceu simultaneamente com o II Encontro Mundial de Solidariedade com a
República Bolivariana.
“O único
ente capaz de sal-var a Pátria e de transfor-mar um país é o povo, e dentro
desse povo, a classe operária organizada e unida, lutando pelo salário, as
condições de trabalho, as prestações sociais, jogando para frente. Mas o
movimento revolucionário deve ir além, deve estreitar a sua alma com todo o
povo venezuelano para derrotar a tentativa da oligarquia e da ingerência
estrangeira de impedir todo o processo de mudanças”, assinalou Hugo Chavez,
intensamente aplaudido e aparteado pelos trabalhadores.
O presidente
frisou ainda que “a unidade é uma linha estratégica e vital para poder
responder qualquer pretensão de anular as medidas a serviço do povo. A unidade
é o único que nos garantirá a vitória para sempre”.
O Sindicato
Nacional Unitário de Trabalhadores Petroleiros, o Comitê Guia de Indústrias
Petroleiras, representantes das Confederações, a Confederação Unitária de
Trabalhadores (CUTV), se somaram a UNT para cimentar a unidade dos trabalhadores
em defesa de seus direitos e do processo revolucionário.
“Os
milhares de trabalhadores, líderes sindicais, presentes aqui são a prova inegável
da morte da CTV. Nenhum trabalhador venezuelano se sente representado por esse
apêndice dos interesses dos grandes grupos econômicos e dos grupos comandados
pelos EUA. Por isso, foi criada outra central, a UNT, que está dando um
decidido combate pela democracia e a Constituição Bolivariana”, apontou
Orlando Chirino, coordenador nacional da UNT.
“Hoje
podemos apresentar ao país a criação de 23 regionais da UNT. Nosso trabalho,
junto com os sindicatos que agrupam milhares de operários venezuelanos, cresceu
sem interrupção, enquanto a CTV, infectada pelos golpistas e setores
antitrabalhadores, definha”, acrescentou Marcela Máspero, dirigente da
Coordenação Nacional, ao prestar um informe das metas alcançadas.
Estiveram
presentes no encontro representantes de Cuba, Argentina, Estados Unidos,
Espanha, Bolívia, Canadá, Colômbia, Equador, entre outros.
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