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Respeito
à experiência de vida do alfabetizando
Entre
outras coisas, a proposta básica do Projeto inclui as quatro primeiras séries
do ensino fundamental, leitura e operações matemáticas
Partindo
do princípio de que o aluno é o principal sujeito do processo
ensino-aprendizagem, o método desenvolvido leva em conta não só a experiência
de vida do aluno como parte integrante na sua aprendizagem, como o pressuposto
de que o progresso do alfabetizando se dá em função do cumprimento das
etapas, respeitando o ritmo de cada um.
Assim, o
Projeto Alfabetização respeita as experiências de vida do aluno, suas
expectativas e interesses, adequando o currículo, a carga horária, o local e a
linguagem às necessidades reais do público alvo, ou seja, do trabalhador
brasileiro.
Para isso,
além da capacitação dos profissionais envolvidos, o material pedagógico foi
desenvolvido especificamente para o Projeto. Estão sendo preparados mapas,
revistas, jornais, livros didáticos, TV, vídeo, retro-projetor e apostilas
específicas para apoiar o trabalho pedagógico. Os alunos receberão um kit com
lápis, borracha, etc. Nos casos de alunos com problemas de visão, a CGTB vem
buscando parcerias para viabilizar a doação de óculos. Também nas
comunidades carentes, o fornecimento de lanche tem uma importância grande para
o sucesso do aprendizado. Nestas comunidades, a parceria com a sociedade tem
garantido a mobilização necessária à redução (a quase zero) dos índices
de evasão das salas de aula. A experiência mostrou que a presença dos líderes
sindicais e comunitários mobiliza, incentiva e estimula os progressos
educacionais dos trabalhadores.
Entre
outras coisas, o Projeto inclui as quatro primeiras séries do ensino
fundamental, o exercício da leitura e da escrita, as operações matemáticas básicas,
aquisição de conhecimentos essenciais das ciências sociais e naturais e
outras informações indispensáveis a um posicionamento crítico face à
realidade em que vive.
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