|
Trabalhadores
marcham contra os cortes de direitos, por mais emprego e desenvolvimento
“Esta
é uma grande manifestação, onde mostramos que estamos cada vez mais
unidos para intensificar a luta em defesa do emprego, do salário e da
unicidade”, afirmou Moacyr, presidente da Contratuh e coordenador do FST
Na
maior manifestação da história do movimento sindical, 30 mil lideranças
sindicais marcharam unidos em defesa dos direitos trabalhistas pela
Esplanada dos Ministérios convocados pelo Fórum Sindical dos Trabalhadores
(FST), no último dia 25 de março.
De
acordo com o presidente da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB)
e vice-presidente da Federação Sindical Mundial (FSM), Antonio Neto, a
marcha dos trabalhadores se confirmou “pela redução dos juros, pelo
desenvolvimento com uma política de geração de emprego e renda, da
unicidade, de um único sindicato por categoria, da nossa CLT e da contribuição
confederativa”.
“Esta
é uma grande manifestação, onde mostramos que estamos cada vez mais
unidos e com muito gás para intensificar a luta em defesa do emprego, do
salário mínimo, da unicidade sindical e da redução dos juros”,
sintetizou o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em
Turismo e Hospitalidade (Contratuh), Moacyr Roberto Tesch Auersvald,
coordenador do FST.
A
multidão, que tomou a frente do Congresso Nacional, se concentrou ao lado
da Catedral de Brasília, na última quinta-feira do mês de março,
empunhando bandeiras do Brasil, faixas e painéis em defesa da unicidade, da
CLT e da redução dos juros, e reforçou a necessidade da união do
movimento sindical para respaldar ações que fortaleçam a produção
contra a especulação e a manutenção da legislação trabalhista contra a
precarização das leis do trabalho.
“Estamos
hoje realizando esse ato para demonstrar a nossa insatisfação com o
projeto de reforma da estrutura sindical brasileira encomendado pelo FMI,
por representantes da Organização Internacional do Trabalho (OIT), para
desmontar e aniquilar a nossa legislação trabalhista, a mais avançada do
mundo”, afirmou em seu pronunciamento José Calixto Ramos, presidente da
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI).
Para
o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (CNTA,)
Artur Bueno de Camargo, “a união das 17 confederações com centrais
sindicais que têm verdadeiro compromisso com a luta dos trabalhadores
fortalece a luta da classe operária”.
|