CGTB Alagoas realiza Congresso em defesa de emprego e renda 

“Com esta corrente de unidade vamos reconstruir um Brasil sem fome, com uma política de geração de empregos e redistribuição de renda, voltada para os interesses da população e não dos especuladores”, afirmou o presidente eleito da Central, Valter Policarpo 

Maceió sediou o Congresso de fundação da CGTB de Alagoas, com a presença de 26 entidades sindicais, entre federações e sindicatos, e mais de 100 delegados de todas as regiões do Estado, representando as áreas do comércio, indústria, agricultura e serviços públicos.

“Com esta corrente de unidade, arregaçando as mangas, vamos reconstruir um Brasil sem fome, com uma política de geração de empregos e redistribuição de renda, voltada para os interesses da população e não dos especuladores”, afirmou o presidente eleito da Central regional, Valter Policarpo, na abertura do evento que contou com a presença do governador Ronaldo Lessa e do vice-presidente nacional da CGTB, Ubiraci Dantas de Oliveira (Bira).

Valter, que também é presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Bebidas do Estado de Alagoas, apontou que “vamos lutar com honestidade, honrando os compromissos profundos de nossa classe operária e do povo brasileiro”.

Em nome da direção da Central, Ubiraci destacou “a representatividade e a disposição de luta dos dirigentes presentes em contribuir para que o país possa caminhar nos trilhos do progresso e do desenvolvimento econômico e social”.

No documento aprovado, os congressistas destacaram que “a legislação trabalhista brasileira é uma das mais avançadas do mundo, fruto da Revolução de 30, comandada por Getúlio Vargas, a partir da qual os trabalhadores conquistaram direitos como a carteira de trabalho, jornada de 8 horas, 13o salário, previdência pública e proteção à gestante”.

Entre as propostas que saíram do encontro, se destacam “a defesa da CLT e da Justiça do Trabalho; unicidade sindical em todos os níveis; manutenção da contribuição sindical para todos os trabalhadores; controle do fluxo de capitais; redução dos juros; Banco Central subordinado ao Ministério da Fazenda; apoio à empresa nacional; ampliação do crédito popular; investimento em infra-estrutura e não à flexibilização dos direitos trabalhistas”.