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Projeto
Rio Madeira: uma saída brasileira ao Pacífico
Com um acréscimo
de 4.225 quilômetros de rios navegáveis e a contrução de duas novas hidrelétricas,
Projeto Rio Madeira será um marco no desenvolvimento econômico das Regiões
Centro-Oeste e Norte do Brasil
O projeto
Rio Madeira é muito arrojado e cabe perfeitamente em um país como o Brasil que
tem grandes rios para serem explorados e uma grande variedade de recursos
naturais”, afirmou Ataíde Vilela, presidente do Sindicato dos Trabalhadores
de Furnas e presidente regional da CGTB-Minas Gerais. O Rio Madeira integra o
projeto de construção de uma saída brasileira para o Oceano Pacífico, que se
integrará ao trecho de rodovias. Além disso, integra o projeto a construção
de duas novas hidrelétricas, que levarão desenvolvimento, emprego e energia
para a região de Rondônia.
Com a
construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio serão gerados
3.900 MW, uma quantidade expressiva de energia a um baixo custo. “Furnas vai
voltar a ter o seu papel, o de construir com tecnologia de ponta e pessoal bem
preparado e qualificado. O governo anterior deixou Furnas de pés e mãos
atadas, usando-a como moeda de troca. É com muita alegria que vejo Furnas
retomar o seu papel pioneiro no setor de energia”, ressaltou Ataíde Vilela.
Com um acréscimo
de 4.255 quilômetros de rios navegáveis, que irão aumentar a produção e
melhorar o acesso à região, o Brasil vai passar a atender boa parte da demanda
de grãos do mercado asiático. O acesso ao Oceano Pacífico, a partir de Rondônia,
também facilitará a integração entre Brasil, Bolívia e Peru.
“Com o
acesso ao Pacífico vai haver o escoamento de soja incentivando a produção.
Essa nova realidade vai se refletir também no aumento de energia, com a construção
das usinas que deverão gerar emprego e o desenvolvimento da região, mudando
completamente a vida das pessoas que moram lá e muitas vezes pensam em ir
embora por não conseguir emprego”, ressaltou Ataíde.
O projeto
também garante um incentivo maior na agricultura, ajuda a desenvolver as áreas
de baixa densidade populacional e a ampliar empregos na Região.
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