Lula: “Faremos o que estiver ao nosso alcance pra economia crescer e pra gerar empregos” 

“Vamos fazer, através da capacidade de financiamento que possam ter as instituições do Brasil, o que estiver ao nosso alcance para financiar o surgimento de novas indústrias, o surgimento de novos postos de trabalho”, afirmou o presidente Lula 

O que vai resolver o problema brasileiro são as mudanças estruturais que queremos que aconteçam no Brasil. A economia tem que voltar a crescer, tem que gerar empregos, porque é através do emprego que a pessoa conquista sua cidadania plena, sustentando a si e a sua família, sem precisar de favor do governo federal, do governo estadual ou do governo municipal”, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na inauguração do projeto de urbanização da Bacia do Tucunduba, em Belém do Pará, no dia 26 de fevereiro último.

“Vamos fazer, através da capacidade de financiamento que possam ter as instituições do Brasil, o que estiver ao nosso alcance para financiar o surgimento de novas indústrias, o surgimento de novos postos de trabalho. Vamos investir o máximo que já foi investido neste país para que a gente possa resolver o problema de habitação e saneamento básico, sobretudo nas grandes regiões metropolitanas , onde o desemprego é muito grande e onde a violência cresce a cada dia”, já tinha enfatizado Lula, em visita na cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo.

Direcionando o trabalho do governo para o fortalecimento das condições de crescimento da economia, Lula frisou que “este ano nós vamos inaugurar muitas fábricas. Este é o ano em que eu acho que a economia brasileira vai dar resposta aos anseios, às aspirações e, por que não dizer, até às inquietudes de milhões e milhões de seres humanos neste país, que estão à espera de uma oportunidade para poder trabalhar e viver a sua vida com o resultado do seu trabalho”.

Sobre o investimento na infra-estrutura necessária para o crescimento sadio, o que gera empregos, o presidente disse que “nós sabemos que um país que não cuida das suas estradas, é um país que perde competitividade, é um país que perde postos de trabalho, é um país que perde produtos agrícolas, é um país que perde investimentos”, advertiu o presidente, acrescentando que “nós não temos medo do crescimento econômico, porque temos mão-de-obra qualificada, gente boa para o trabalho e energia de sobra, se Deus quiser, para agüentar o crescimento da economia do nosso país. Por isso haverá, nesses próximos anos, muitos investimentos em infra-estrutura e, sobretudo na questão energética”.