Índice das matérias


Luiz Carlos Motta, vice-presidente da Federação do Comércio:

“Sem a contribuição sindical o trabalhador fica exposto”

“Em setores como o do comércio, em que os trabalhadores estão espalhados por milhares de empresas, muitas delas de poucos funcionários, a ruptura do princípio da representatividade da unicidade sindical seria desastrosa”, afirmou o vice-presidente da Federação dos Empregados do Comércio de São Paulo (Fecesp), Luiz Carlos Motta.
 


Martorelli, presidente do Sindicato dos Atletas:

“Congresso da CGTB é fundamental para debater esse novo momento do país”

O presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli, afirmou que “é fundamental o congresso estadual da CGTB porque vivemos um momento em que o país está prestes a passar por transformações importantes e temos que definir o papel organizado dos trabalhadores nestas transformações e garantir nossas conquistas já asseguradas”.
 


Waldomiro Cordeiro, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de SP:

“Contag é contra fim da unicidade porque desestrutura o movimento no campo”

“O 8º Congresso da Contag foi contra a quebra da unicidade sindical porque isso quebra a unidade dos trabalhadores garantida pela atual estrutura sindical. No Congresso da Contag, muitos dirigentes sindicais eram filiados à CUT e todos destacaram que a quebra da unicidade desestrutura o movimento sindical no campo”, lembrou Waldomiro Cordeiro, secretário-geral da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo (Fetaesp).

Cordeiro defendeu providências para evitar o êxodo rural. “Para cada família assentada, existem 100 prestes a abandonar o campo por dificuldades de sobrevivência. Esse quadro precisa mudar, seja através de compras para os projetos alimentares do governo, por uma política de estoques, criação de mais frentes de trabalho emergenciais, pela construção de casas no campo, seja pelo incentivo à exportação de nossos produtos agrícolas como a laranja e a cana através do açúcar”, afirmou Waldomiro.
 


Chicão: “Vamos juntar forças à CGTB na luta”

“O 2º Congresso condensou a nossa luta pela unidade dos trabalhadores para mudar o Brasil. Os sindicatos dos frentistas de São Paulo decidiram em plenária participar em peso do Congresso e juntar forças à CGTB nessa luta”, afirmou Francisco Soares (Chicão), vice-presidente da Federação dos Frentistas do Estado de SP.


Lideranças de 25 sindicatos integram a nova diretoria da CGTB de São Paulo 

“Este Congresso é um momento especial no processo de afirmação de uma nação soberana contra o imperialismo e o desmonte do Estado”. Luiz Toledo Machado, presidente do Sindicato dos Escritores do Estado de São Paulo, eleito primeiro vice-presidente da CGTB de São Paulo.

“Nos somamos com a CGTB ao lado do governo Lula para enfrentar o FMI e a exploração estrangeira sobre nossas riquezas”. Waldemar Raffa, presidente do Sindicato dos Ferroviários da Zona Paulista 

“Nosso Congresso foi uma importante manifestação em defesa da unicidade, do emprego e do desenvolvimento”. Décio Couto Clemente, presidente do sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
 


Spis, da CUT, no Congresso da CGTB: “Só faremos as mudanças com união”

“Engajados pela mudança, elegemos o companheiro Lula presidente e precisamos estar cada vez mais unidos e conscientes para garantir as transformações que este governo fará em defesa da classe trabalhadora. Herdamos um país com imensas desigualdades sociais, com milhões marcados para morrer de fome, e só faremos as mudanças com união e mobilização”. Antonio Carlos Spis, da direção nacional da CUT, no Congresso da CGTB-SP.