Osvaldo Lourenço: “Temos um governo comprometido com os trabalhadores”

O presidente do Sindicato dos Aposentados da Região Metropolitana de SP, Osvaldo Lourenço, destacou que “o pacto nacional proposto por Lula deve ter como base uma linha de ação patriótica, permitindo que os trabalhadores e aposentados se beneficiem do crescimento do país”. “No momento em que temos um governo comprometido com os trabalhadores,  reconhecemos a importância da realização do congresso da CGTB para que as reivindicações e propostas dos trabalhadores sejam debatidas e transmitidas ao governo”.


Heraldo Gomes, eleito secretário-geral da CGTB-SP:

“É muito importante promover o Congresso neste momento”

“Com uma forte participação no Congresso, os companheiros da Baixada Santista demonstraram o seu compromisso com a unidade e a mobilização dos trabalhadores em defesa da CLT, do desenvolvimento, do salário e do emprego”, destacou Heraldo Gomes de Andrade, presidente do Sindicato dos Caminhoneiros de Santos, eleito secretário-geral da CGTB no 2º Congresso da entidade em Praia Grande.

Ele relatou que o conjunto da sua base “rejeita a quebra do princípio da unicidade sindical, pois isso vai fragilizar o sindicato e, com isso, tornar vulnerável a condição dos trabalhadores”.

Heraldo Gomes afirmou: “Vamos levar as propostas definidas nos debates do 2º Congresso para todos os nossos filiados e gostaríamos da presença dos dirigentes da CGTB novamente, após o congresso, para aprofundarmos as discussões e estimularmos a ação de todos para garantir os nossos direitos conquistados e estabelecer bases justas para o crescimento nacional”, acrescentou o representante dos caminhoneiros de Santos.


Calixto: “Nosso povo está escrevendo uma nova página na história do Brasil”

“O nosso povo está escrevendo uma nova página na história do Brasil com a eleição do companheiro e hoje presidente Lula”, afirmou José Calixto Ramos, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNI), no Congresso da CGTB-SP. “Defendemos a unicidade sindical, o custeio das entidades e o reconhecimento das centrais, pois temos a convicção de ser esse o regime que mais se assemelha aos interesses da maioria da classe trabalhadora”, declarou Calixto.