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Trabalhadoras entregam documento em defesa da Previdência Social e da aposentadoria aos 55 anos de idade 

Durante a 3ª Marcha das Margaridas, realizada em Brasília nesta terça e quarta-feira, cerca de 50 mil mulheres organizadas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) defenderam o fortalecimento da Previdência Social e a continuidade da aposentadoria aos 55 anos de idade para as mulheres do campo. 

O Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, fala na abertura da Marcha das Margaridas

 Após a manifestação, elas foram recebidas pelo presidente Lula. Elas entregaram um documento com 107 propostas ao governo, como o direito de aposentaria aos 55 anos, a continuidade da vinculação da aposentadoria com o salário mínimo, aprovação de projeto de lei que reafirma direitos das mulheres e o reconhecimento do tempo de trabalho doméstico para fins de aposentadoria. 

Na cerimônia de encerramento, a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas das Mulheres, anunciou as respostas do governo às reivindicações, como investimento de R$ 11,5 milhões para 24 unidades móveis do Programa Nacional de Documentação da Mulher Trabalhadora Rural, recursos de quase R$ 1 bilhão para combater a violência contra as mulheres do campo, aplicação de R$ 14 milhões para a criação de estruturas produtivas e inserção de representantes da categoria em comissão do Ministério do Trabalho para discutirem políticas para o setor.

Na cerimônia de encerramento, a ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas das Mulheres, anunciou as respostas do governo às reivindicações, como investimento de R$ 11,5 milhões para 24 unidades móveis do Programa Nacional de Documentação da Mulher Trabalhadora Rural, recursos de quase R$ 1 bilhão para combater a violência contra as mulheres do campo, aplicação de R$ 14 milhões para a criação de estruturas produtivas e inserção de representantes da categoria em comissão do Ministério do Trabalho para discutirem políticas para o setor.

O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, destacou que “em reunião com o governo ontem, eu pude dizer com muita clareza: não mexam nos direitos das mulheres. Mas qualquer tentativa de retirar esses direitos nós vamos colocar 150 mil mulheres para pressionar o Congresso Nacional e governo e ampliar os direitos da classe trabalhadora”.

 

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Atualizado em 28/05/08 17:06:31